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Apresentação

O curso de Direito da Universidade Positivo, juntamente com a sua Pós-Graduação, contam com uma revista acadêmica, intitulada Raízes Jurídicas. A publicação tem como objetivo tornar pública a produção acadêmica dos professores e dos alunos, além de contar com artigos de professores convidados.
 
Destinada a contribuir para a formação de um sólido pensamento acadêmico no País, comprometida com a seriedade de Pesquisa, a profundidade de investigação, o rigor conceitual e a austeridade acadêmica, Raízes Jurídicas é um prestimoso veículo destinado a colmatar lacuna interna existente, assim como para criar uma nova possibilidade de diálogo acadêmico e interinstitucional.
 
Trata-se de uma publicação semestral da Universidade Positivo, controlada e dirigida pelo curso e pela Pós-Graduação de Direito, cuja linha editorial se encontra atenta à dinamicidade da ciência e à sua abertura contemporânea, tendo caráter transdisciplinar. Assim, são publicados artigos das mais diversas áreas, sempre afins à técnica jurídica: filosofia, história, arte, sociologia, literatura, teoria geral e dogmática estrita.
 
Por tratar-se de uma revista acadêmica e jurídica, Raízes Jurídicas procura alcançar, especialmente, leitores versados na sua respectiva área, conquanto busque, também, proporcionar um encontro com as mais diversas áreas das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, especialmente a Sociologia, a História, a Filosofia, a Antropologia, a Psicologia e a Ciência Política. Seu alvo se expande, ao objetivar também leitores que estejam mais próximos à instrumentalidade da prática, a ver-se pelo trabalho de juízes, promotores, advogados, delegados, procuradores etc., bem como de entidades da sociedade civil organizada, de organizações não-governamentais, de organismos internacionais e de executores de políticas públicas em matérias pertinentes ao universo jurídico.
 
Em suma, a Raízes Jurídicas tem em vista a ampliação do conhecimento técnico-jurídico, a ditongação dos horizontes filosóficos e lingüísticos, e, sobretudo, o despertar do pensamento crítico e o favorecimento de opções de análises teóricas que não obriguem o leitor à concordância com a opinião comum, tão afeita ao dogmatismo da ciência.
 

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